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Daniela Meira
Brasília (DF)
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Daniela Meira
Comentário ·
há 9 anos
Um a cada dois brasileiros pode comprar automóvel com isenção de impostos. Saiba quem tem direito
Atualização Direito
·
há 9 anos
Ótimo esclarecimento... e para confirmar, meu esposo que é diabético foi tentar a isenção e foi informado exatamente de que para ter o benefício é preciso ter algum "problema" resultante da doença... realmente, essas postagens genéricas não ajudam em nada, ao contrário, só confundem...
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Isa Bel
Comentário ·
há 7 anos
Os Miseráveis, de Victor Hugo, e a teoria do etiquetamento
Canal Ciências Criminais
·
há 7 anos
Cesar, claro q deve. Nem ele e muito menos a sociedade deve esquecer o q ele escolheu fazer uma vez e pode ser capaz de fazer de novo, para que seja vigiado em dobro. Fez a cama? Deite-se nela, forever. As pessoas têm q ter o direito de decidir se querem conviver com um criminoso após cumprir a pena ou não. Negar-lhes esse direito é tão injusto, q se elas conviverem e algo lhes acontecer por conta disso, pq foram enganadas e não lhes foram dadas oportunidades de decidir se queriam ou não correr tais riscos, o Estado mereceria ser punido por isso. Resumindo: se criarem uma forma de velar as fichas de ex condenados, de jeito q empresas, pessoas, não possam saber que ele já cumpriu pena e qual crime cometeu, e ele vier a cometer crimes contra empresas e pessoas, o Estado deveria ser condenado por isso, pois nos negou o direito a escolhermos qq tipo de relação com um ex condenado. E ng pode julgar quem não quer ter qq tipo de relacionamento com ex condenados, pq é um sentimento e um direito legítimos.
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Lauro Kobayashi
Comentário ·
há 7 anos
Os Miseráveis, de Victor Hugo, e a teoria do etiquetamento
Canal Ciências Criminais
·
há 7 anos
Com o devido respeito, aquele que comete ilícitos, seja de ordem administrativa, civil ou penal deve ser punido, isso é vida em sociedade, onde temos limitações e restrições que permitem a existência de sociedade.
As pessoas não podem fazer o que bem quiserem sem arcar com as consequências de seus atos.
Por outro lado, para mim é um tanto lógico que aquele que não recebeu o carimbo de infrator (administrativo, civil ou penal) tenha mais oportunidades na sociedade do que aquele que não tem esse carimbo.
Um matador profissional terá maior credibilidade nessa tarefa do que aquele que nunca matou.
O egresso do sistema penitenciário deve demostrar, para a sociedade, com suas condutas que, ele de fato melhorou.
Estudamos que a boa fé é presumida e a má fé deve ser provada. Aquele que teve má fé reconhecida judicialmente é natural que as pessoas imaginem que ele sempre estará de má fé.
É natural também que um egresso tenha dificuldades de conseguir emprego, ou mesmo estadia, pois, sempre darão mais oportunidades para quem não possui condenação penal.
Isso ocorre em todas as sociedades, até mesmo entre animais que vivem em sociedade.
Como dizia Sartre: "inferno são os outros". Pois, como dizia: temos inteira liberdade para decidir o que queremos nos tornar ou fazer com nossa vida. A má-fé seria mentir para si mesmo, tentando nos convencer de que não somos livres.
É fácil culpar a sociedade por não ter emprego hoje, sendo que nunca tenha buscado uma qualificação, que tenha preferido sempre me divertir em vez de me qualificar.
Dostoévski dizia que os homens se dividem entre aqueles que vivem apenas para satisfazer suas necessidades mais básicas: comer, descansar, dormir e procriar (como qualquer animal); e aqueles que tem objetivos na vida e lutam todos os dias, lutam quando tem fome, lutam quando estão cansados, lutam quando tem sono etc, e que não vivem para satisfazer seus instintos básicos, e isso os tornam homens de verdade; homens que acordam cedo e vão trabalhar, mesmo sentindo sono, cansaço, sede ou fome.
O homem de Nietzsche, o "übermensh" constrói o próprio destino todos os dias.
De fato ocorrem injustiças, nenhum sistema é infalível, mas não se pode condenar todo o sistema por algumas falhas.
Espero não ter ofendido ninguém, não era minha intenção, se o fiz peço desculpas antecipadamente, apenas escrevi essas palavras com a idéia de enriquecer a discussão.
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James Rezende Piton
Comentário ·
há 7 anos
Os Miseráveis, de Victor Hugo, e a teoria do etiquetamento
Canal Ciências Criminais
·
há 7 anos
Moralmente discutível ou não, é um fato: a pena (especialmente para os mais pobres) é perpétua. Ótima a conexão com V. Hugo!
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